O meu encontro nada romântico com a academia

Saaaalve, galera linda e suada! Antes de falar do meu encontro nada romântico com a academia quero pedir desculpa pelo meu mimimi explicito nos últimos textos, sacomé, né? TPM me visitou, sentou no sofá de casa e lá ficou durante a semana, mas agora, já está tudo bem, viu?

Bom, vamos ao que interessa, a pressão de um ano novo me obrigou a cumprir promessas antigas, comecei com a mais fácil. Há duas semanas atrás me matriculei na academia para alegria da minha mãe e tristeza dos meus amigos que tiveram de lidar com “ Poxa, não vai dar. Tô indo pra academia agora”, toda vez que me chamavam para tomar uma geeeeelada.

Sabe gente, estou passando por uma fase difícil, substituir o croissant de frango e o chocolate gelado por uma xícara de leite semidesnatado e duas fatias de pão integral com requeijão light está deixando o meu emocional abalado, estou sofrendo, cara (produção, põe um Pablo do arrocha, aí). Se não bastasse o choque alimentar me sinto extremamente constrangidas com os trajes fitness, além de marcar a sobras de gordurinha (ou excesso de gostosura) as vezes elas dividem as Américas e só consigo perceber quando um cara olha descaradamente para essa região. Mas sabe o que pior mesmo? É a minha falta de afinidade com os aparelhos de musculação, não nos entendemos, brigamos, nos agredimos e até trocamos palavras de baixo calão durante uma hora e meia.

Depois de 30 minutos de “ sofrência” na esteira eu paro, descanso e observo. Aí começa a parte boa, observar. Gente, academia é um espaço hilário, explico: o cara é até bonitinho, tem um sorriso bacana, mas insiste em levantar mais peso do que seu corpo suporta e acaba dando a impressão de que está tentando, com uma certa dificuldade, obrar no aparelho de musculação. Tem também a tiazona loira que passa uma tonelada de blush na cara, sempre que esbarro com ela tomo um susto do caramba, o bom é que finjo um desmaio só para cair lentamente nos braços fortes e suados do meu instrutor. Sou bem espertinha, não?

Sabe gente, acho que não pertenço ao grupo dos “#NoPainNoGain #FicarFortePorra #CrescerVirarMostro”, meu irmão vive me chamando de frango (frango é a pessoa que mais conversa e/ou tira foto do que treina), talvez ele esteja certo, talvez eu deva voltar a praticar o exercício do dialogo acompanhado de cerveja gelada no boteco mais sociável da Lapa é tão mais fácil, né? O único problema é que no pacote do “bom boêmio “vem com a barriga de chopp inclusa e isso muito me incomoda.

Anúncios

Um comentário sobre “O meu encontro nada romântico com a academia

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s