Não sei onde te deixo

Não sei se te ponho do lado dos bichinhos de pelúcia que ganhei de gente que já me amou um dia. Não sei se te largo no quarto da bagunça onde estão todas as lembranças que torturam e que e eu raramente entro.  Ou, se te deixo aqui, nesse lugar indefinido.

Chame de impulsividade amorosa. Jogue na minha cara que com vinte e poucos anos ninguém sabe o que quer da vida. Melhor ainda, grite do sétimo andar que sou insensível e que troco de amores na mesma velocidade que o Brasil leva um gol da Alemanha. Mas antes, segura esse grito aí e me responde umas coisas: quando nasce o encantamento? Em que momento começamos a desejar o toque do outro? Precisa mesmo haver um “tempo X” entre um caso e um outro caso que por acaso, me parece mais destino?

Há possibilidade de ser só um esbarrão errado. Uma pegadinha do cara que comanda os destinos. Um deslize do universo. Mas, se for um erro mesmo, não quero consertar. Esse foi o erro mais certeiro dos últimos tempos.

Então meu melhor erro, te digo: você tá revirando minha cabeça, dando um nó no pouco de racionalidade que tenho e desorganizando meus sentimentos. Cê tá me coisando! E eu? Eu não sei onde te deixo. Mas de uma coisa eu sei: EU QUERO QUE VOCÊ FIQUE AQUI, na minha vida.

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