Uma carta para dizer obrigada

Sobre o eu te amo mais sincero que já disse

Disseram no bar

Oi você, faz tempo que não te escrevo, né? Faz tempo que não encho sua gaveta com bilhetes fofos escritos numa caligrafia torta. Deixa eu te contar uma coisa: ontem estava revirando minha cômoda e encontrei um cartão seu – aquele que você me deu no dia do meu aniversário que dizia “Afeição profunda a outrem, a ponto de estabelecer um vínculo afetivo intenso, capaz de doações próprias, até o sacrifício. Segundo o dicionário o que eu sinto por você é amor, cabeçuda!” Aí não teve jeito, bateu aquela saudade gostosa. Aquela que não tortura nem sabota a gente. Aquela que nos desliga alguns segundos do mundo e não tem barulho que nos faça voltar.

Às vezes me pergunto se você está bem, se a rotina anda roubando o seu humor e se você continua tomando aqueles porres com seus amigos aos finais de semana. Sempre torço para que esteja…

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